Plantas parasitas

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Para sobreviver e adquirir os nutrientes necessários para sua existência, além de um solo rico, a planta passa pelo processo de fotossíntese. As plantas parasitas, também conhecidas como holoparasitas, não. Elas necessitam de outras plantas para sua sobrevivência, sendo suas folhas ou nulas ou reduzidas a pequenas escamas amareladas. As plantas parasitas desenvolveram órgãos de sucção que penetram nos feixes condutores da planta hospedeira. Muitas espécies parasitas são subterrâneas ou vivem dentro dos tecidos de outra planta e só na altura da floração se tornam visíveis para o exterior, desenvolvendo algumas flores de cores lindíssimas.

A seguir, conheça algumas plantas que se alimentam de outras:

Cuscuta (popularmente conhecida como fios-de-ovos): uma vez desenvolvida, a cuscuta é facilmente perceptível, mas eliminá-la não é tarefa fácil. A melhor forma de acabar com ela ainda é o corte e a queima das partes das plantas que foram afetadas, preferencialmente antes da floração e frutificação. Apenas tirar ela de cima das plantas é inútil, já que a parasita se prende na parte interna da hospedeira e logo cresce novamente. Suas sementes ficam no ambiente por até quinze anos, disseminando-se facilmente e sendo carregadas pelos pássaros, por isso a necessidade da queima.

Raflésia: Nome dado a todo um gênero de plantas parasitas, nativas da Indonésia. Elas também são vistas na Tailândia, Filipinas e Malásia. As raflésias são praticamente compostas somente pela sua flor, que é considerada a maior flor do mundo. Essa flor possui um caule reduzido e não tem folhas devido ao tamanho que a flor em si possui.

Uma flor de dimensões gigantescas e que pode chegar a pesar 10 kg. As flores dessas plantas possuem um formato circular e contam com 5 pétalas.

Cipó-chumbo: Outra variedade de Cuscuta, o cipó-chumbo apresenta estruturas que penetram na planta hospedeira, retirando os nutrientes que necessita para sobreviver. Muito comum em pomares, a planta parasita também pode se alastrar em pastagens de trevo. Logo após sair de sua semente, o cipó-chumbo lança seu caule à procura de um hospedeiro. Após um dia, este caule já estará enrolado firmemente na outra planta, sugando-a até seu desfalecimento.

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